Coimbra e a delinquência estudantil
Paulo Drumond Braga escreve sobre este tema tão actual ( edição Hugin, 2003). Os crimes e desacatos cometidos pelos estudantes são matéria de investigação. O período em causa é o de 1580-1640, época em fomos, de facto, europeus.
Especialmente saborosos são os crimes contra a ordem pública. Parece que a Universidade reconheceu inicialmente os direitos do Prior do Crato, para depois, sabiamente, passar a obedecer a Filipe II, logo que os governantes do reino assim o ordenaram. Alguns estudantes, organizado em ranchos, foram acusados de dar vivas a D. António, prior do Crato. Depois de se retrataram foram indultados.
O livro regista ainda o nome de dois professores irradiados, e um, o lente de código Pedro Alpoim, degolado.
Em 1616, o professor António Horas foi preso. Em 1624 foi relaxado ao braço secular. Pesavam sobre ele duas acusações hediondas que lhe terão custado a vida: judaísmo e sodomia.
Num apelo tocante, o autor, ele próprio professor, dirige-se aos seus alunos pedindo-lhes para não aprenderem com o passado.
Especialmente saborosos são os crimes contra a ordem pública. Parece que a Universidade reconheceu inicialmente os direitos do Prior do Crato, para depois, sabiamente, passar a obedecer a Filipe II, logo que os governantes do reino assim o ordenaram. Alguns estudantes, organizado em ranchos, foram acusados de dar vivas a D. António, prior do Crato. Depois de se retrataram foram indultados.
O livro regista ainda o nome de dois professores irradiados, e um, o lente de código Pedro Alpoim, degolado.
Em 1616, o professor António Horas foi preso. Em 1624 foi relaxado ao braço secular. Pesavam sobre ele duas acusações hediondas que lhe terão custado a vida: judaísmo e sodomia.
Num apelo tocante, o autor, ele próprio professor, dirige-se aos seus alunos pedindo-lhes para não aprenderem com o passado.

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