Brevemente na Assírio
A edição em castelhano de El Mal de Montano, já a descrevi: da Anagrama, Narrativas hispânicas, as capas de fundo cinzento claro com uma foto que são a marca da colecção que publica Sergio Pitol, Ricardo Piglia, Justo Navarro, para falar apenas dos que estão próximos do narrador vila mateano.
A edição francesa é da Christian Bourgeois. A tradução de André Gabastou não esconde a decepção que é ler Enrique Vila Matas em francês. A capa é bonita, mas ao contrário da perturbadora fotografia da Anagrama, esta composição colorida escolhida pela C. Bourgeois não remete para lado nenhum. A esta hora J. Agostinho Batista já traduziu O mal de Montano para a Assírio(oxalá não se venha a chamar A doença de Montano). Vai ter uma capa como o Hermínio Monteiro gostava: onde se possa ver alguém a quem possamos chamar Robert Walser.
A edição francesa é da Christian Bourgeois. A tradução de André Gabastou não esconde a decepção que é ler Enrique Vila Matas em francês. A capa é bonita, mas ao contrário da perturbadora fotografia da Anagrama, esta composição colorida escolhida pela C. Bourgeois não remete para lado nenhum. A esta hora J. Agostinho Batista já traduziu O mal de Montano para a Assírio(oxalá não se venha a chamar A doença de Montano). Vai ter uma capa como o Hermínio Monteiro gostava: onde se possa ver alguém a quem possamos chamar Robert Walser.

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