22 agosto 2005

Coimbra


No teu cativeiro, meu velho deus Hórus, incapaz de voar.
Eu seria o mais fiel dos crentes se para que te salvasses fosse preciso acreditar .


(Ontem, domingo entre as 14 e as 24 horas ardeu a Mata Nacional de Vale de Canas. Na encosta que desce do Tovim ao Mondego, era um dos poucos parques verdes da cidade. Nas visitas escolares, citando um biólogo da terra, os professores garantiam que uma das suas árvores, com 85 metros, era a maior da Europa. Alguns meninos aprenderam a correr nos seus trilhos. No coração da Mata, um pequeno cativeiro de aves de rapina dedicava-se à recuperação de aves feridas, e tinha ontem de lotação dez águias e falcões. No sábado um incêndio lavrara toda a tarde e acalmou-se a algumas centenas de metros da Mata. No domingo, às doze horas, o fogo reacendeu-se, inicialmente um pequeno foco na margem esquerda do rio, junto à cortada para Miranda . Não havia ninguém para defender a Mata. )

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