05 janeiro 2006

Figueira da Foz

Era verão e ela lia um livro cujo título me intrigava: Calígula seguido de O Equívoco. Lia enquanto nós brincávamos na tarde, contra o vento norte e a infindável digestão. Depois o livro passou a chamar-se O Estrangeiro. E talvez nesse ano ainda O Mito de Sísifo ou A Queda. Nunca a vi a ler A Náusea ou Os Dados Estão Lançados. Com a minha mãe foi sempre assim: Camus 5 – Sartre 0 .

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