10 fevereiro 2006

Mais vale mortos que autoregulados



Eu não esperava mais de Freitas nem de Sócrates. Esperava menos. Não tinham de dizer nada. Já bastava.
Não esperava mais do não sei quantos Canas.
Nem da Ana Gomes, sempre generosa, que desta vez reflectiu longamente antes de falar.
Nem do Daniel Oliveira.
Nem do Saramago, que sempre foi pela regulação.
Eu até compreendo que o Zapatero, reunido com aquelas eminências islâmicas e russas deite toda a água na fogueira, para salvar o essencial: isolar os terroristas islâmicos, manter as pontes.
Agora de alguns jornalistas “de referência”. Tanta auto regulação fica-lhes mal.
Mas a ter que ser assim avisem, pelo menos. Digam: olhem eu agora vou falar de desporto (sem apito dourado). De motores (sem Auto Europa). De sexo (seguro). De culinária.
E nos blogues também, por favor. Digam:- Eu pratico a auto regulação. Eu todos os dias, antes e depois de escrever, vejo se estou a lançar achas na fogueira, fósforos no petróleo derramado, sal nas feridas . E quando tenho dúvidas aconselho-me com colegas responsáveis, dos que têm experiência nisto, que já se auto regulam há muito tempo.

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