07 abril 2006

O Mulherio Felisminado



Na minha pesquisa sobre as quotas de paridade fui ter à engenharia social. Parece que, tendo a evolução destinado papéis sociais diferentes aos dois sexos principais, as mulheres se encontrariam subrepresentadas nas áreas do poder político. Como a marcha da evolução é lenta e imperscrutável, haveria de proceder a uma engenharia social, através de leis correctoras de discriminação positiva, que levassem a dona Matilde ao Parlamento, mas também a Maria Antónia e a Zita e a Rosário. Os defensores desta teoria não têm levado até ao fim as suas implicações. Os opositores, como o hipócrita que pensa que é director do Público, quer convencer-nos que engenharia social foram só os estados totalitários do século XX, escondendo com a batina o processo de engenharia social em curso, o mesmo que lhe faz pensar que é director do Público.

(sobre este tema, com maior proveito, o melhor é estar atento à Lida Insana. )

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