14 maio 2006

M.M.Carrilho

Nem tudo é negativo no lançamento do livro de M.M.Carrilho.
Parte do politburo socialista estava presente (mais do que ele juntou na campanha eleitoral, notaram os relatos). Mas nenhum, nem Campos, fez mais do que declarações formais. Não tinham lido o livro. Nem o lerão.
Saraiva acha que os jornalistas, ou os que entrevistaram M.M.Carrilho, são "atrasados mentais". O antigo director do DN exultou com a coragem na denúncia do "arrastão". E Rangel retratou os jornalistas como uma "canalha" sem escrúpulos. Ora os três foram, até há pouco, pilares incontornáveis da opinião pública. Não apenas tiveram acesso ilimitado aos rádios, televisões e jornais, como contrataram e despediram jornalistas, chefiaram redacções, com tudo o que isso implica. As suas acusações deviam ser menos genéricas, mais factuais. Os restos mortais da Alta Autoridade deviam ouvir esta trindade indignada.
Finalmente: M.M.Carrilho também atacou Ana Sá Lopes. Mas isso só fez melhorar, e por duas vezes, se vi bem, a imagem de Ana Sá Lopes.

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