20 junho 2006

Custo-eficácia

A morte da bebé no Hospital de Badajoz não vai ser utilizada como “arma de arremesso” pelo governo. Isto terá sido afirmado, por uma “fonte governamental” ao repórter do DN, Roberto Dores. Para nosso sossego.
Talvez pertença ao repórter a imagem balística, a notícia não deixa perceber. O mau gosto não é competência exclusiva das fontes governamentais.
Uma mulher numa ambulância em trabalho de parto, um bebé de trinta e tal semanas encravado nos ilíacos, um motorista e um paramédico, numa estrada do Alentejo para a Estremadura, de Ensenada para San Diego. Não são grande arma de arremesso. O conjunto já foi tentado pelos terroristas, mas sem sucesso.
Campos é especialista em estudos de custo-eficácia e conhece armas de arremesso com maior impacto.

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