21 junho 2006

Portugal

No futebol, como nos resto, os nossos sonhos de glória esbarram contra o muro da realidade. Falta capacidade física, velocidade, vontade de ganhar e falta o golpe de asa. Figo está afinal igual ao Figo do Europeu: pesado, sem pique, não recua na entreajuda. E Postiga, o ponta de lança que ganhou a convocatória pelas razões inversas de Vítor Baía, jogou setenta minutos: remates à baliza: zero; assistências: zero.
O que estou a dizer talvez não corresponda à tónica do que se escreve nas primeiras páginas dos jornais. Mas o ambiente dos espaços públicos onde se vêem os jogos não engana. Silêncio, decepção.

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