25 outubro 2006

Aviso

Não há imagens. Quase nunca. Não há música. Nunca. Um espaço de silêncio. A noite. A humidade que fica depois da chuva. A fome. Um rasto de vermes marinhos congelado num fundo milenar. Um bando silencioso que caminha para uma aventura fatal. O choro que vem da casa de banho pública. O corpo coberto das mulheres. A anemia. Uma pústula, um tumor. Um falso sinal.

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