04 dezembro 2006

Um niilista no Outono

Ontem, um homem disse-me que se sentia um Raskalnikov sentimental. Falava do amor, pelos adultos humanos não consanguíneos, porque me parecia gostar dos filhos, dos pais, do cão em particular e dos animais em geral.
Acreditei nele. E detive-me nos seus olhos tentando fixar o brilho homicida.

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