11 abril 2007

A resposta de Socrates


Sócrates respondeu à pergunta que lhe tinha feito ( e que os entrevistadores repetiram cinco vezes): escolheu a UnI porque era perto do Isel e tinha horário pós laboral.
Sócrates respondeu aliás a todas as questões. Lembrava-se do nome dos professores (deve ter sido horrível ter tido António José Morais como professor a quatro cadeiras e é significativo que, apesar de ser da mesma região, ter coincidido com os negócios da HLC, ter sido nomeado para um alto cargo da administração socialista, ele não ter com ele nenhuma relação especial de proximidade) e de muitos acontecimentos relacionados com o seu curriculo escolar. Esteve calmo e convincente face a dois jornalistas que não estavam ali para fazer o frete. Mostrou que gostava daquilo. Não haveria provavelmente ninguém que tivesse aguentado o desgaste pessoal de vinte dias de expectativa e suspeição (que ele alimentou) e depois aparecesse com tanta frescura e vontade de poder. Merece ser o primeiro ministro dos portugueses. Aliás, para dizer exactamente o que penso, Sócrates é mais do que merecemos.

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