07 setembro 2008

Erro grosseiro



Um destacado membro de um dos partidos da alternância, preso preventivamente, desencadeou um processo contra o Estado que foi condenado a indemnizá-lo. Uma onda unanimista percorreu os comentadores, unindo Marinho ao advogado Júdice, passando por Vital. Os anónimos das setas pediram a cabeça do juiz que, há anos, tinha decidido a prisão preventiva. Daniel Oliveira (no Expresso) acha mesmo que devia ser o juiz a pagar a indemnização. Ninguém se preocupou a explicar quais os fundamentos da prisão e porque é que esses fundamentos estavam grosseiramente errados. Ninguém explicou, nem ninguém perguntou. Deve ser a isto que chamam o pensamento único.


(Ver, sobre este tema, a discussão travada na In Verbis e como a comunicação social a ignora completamente)

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