01 outubro 2008

De dia, entre os veludos


VI

De dia, entre os veludos e entre as sedas,
Murmurando palavras aflitivas,
Vagueia nas umbrosas alamedas
E acarinha, de leve, as sensitivas.



Fosse eu aquelas árvores frondosas,
E prendera-lhe as roupas vaporosas.






RESPONSO, Cesário Verde

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