18 novembro 2008

O Primeiro –Ministro vai parar ao Inferno



Ontem, em Ponte de Lima, Sócrates entregou duzentos Magalhães às meninas e aos meninos. Excepto a um, espero eu, e esse é o teu filho, leitor(a) hipócrita. Os meninos e as meninas agradeceram. Já podem jogar no Magalhães. Podem o tanas. Mal a comitiva virou costas tiraram os Magalhães às meninas e aos meninos. Que era só para a cerimónia. Que não chorassem que os haviam de receber, mas mais tarde. Aqueles ou outros Magalhães iguaizinhos. Aqueles tinham de ser empacotados – reprimenda em voz dura aos meninos que danificaram as embalagens – e levados a correr para uma cerimónia semelhante na cidade de F. Explicaram aos meninos e às meninas em lágrimas que aquela entrega era simbólica e depois, com a ajuda do último Magalhães a ser retirado das mãos do último menino, explicaram o significado de simbólico. Os meninos mandaram ovos podres ao primeiro-ministro, ao presidente do Conselho Directivo e ao vereador de Ponte de Lima. Tudo simbólico e pelo processo Jungiano de associação livre de símbolos que é o mesmo que assegura que ao primeiro-ministro que deu e tirou os Magalhães aos meninos e às meninas de Ponte do Lima estão reservadas as chamas do Infernos.

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