03 junho 2009

Elogio e memória do Lazarinni



O Público trazia há tempos uma reportagem sobre uma máquina de cozinha que ostenta o estranho nome de Bimby e, segundo a jornalista, já equipa 80.000 casas portuguesas.
A existir, a máquina é totalitária. Aplica-se a tudo, prepara todos os pratos, condena o fogão a uma utilização residual. Nas ilustrações uns bimbos excedem-se em elogios. Também aqui a vida de algumas pessoas foi mudada. A Bimby marcou na vida delas um antes e um depois. Maridos recuperados para a doçura do lar, filhos amansados, chefes de cozinha ou anónimos , jovens e reformados, uma socióloga de Braga e uma educadora de infância.
A jornalista assina Ana Rita Faria e não declara conflitos de interesses. E não deve ter nenhum. Até deu as contas do marketing, os estudos custo-benefício que mostram que a Bimby se paga a si própria em um ano, desde que sejamos o tipo de pessoa que come três iogurtes por dia.
Ana Rita : Uma menina não se bimba, deixe lá isso para os sociólogos de Braga.

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