27 abril 2011

Nenhum denominador comum



Eu, Isabel, acho que o Barreto é um sabidão. Não punha o meu nome debaixo do dele nem a propósito de fotografias do Douro. Acho aliás que o texto é de uma pobreza confrangedora. Já o li várias vezes em grande esforço interpretativo, como os rapazes do 12º com a prova global. Ontem à noite liguei sem querer para a sic notícias e lá estavam três malandrões de serviço à estratégia dos partidos. E percebi o texto, finalmente, com grande atraso. Já a setôra tinha retirado os pontos, sem apelo. Era o mínimo denominador comum. O Barreto e os outros redactores, lá nos intervalos da Sociologia , tinham estado a tirar o mínimo denominador comum ao vazio de ideias do PS e do PSD. Saiu aquilo, cujo resumo não repito por respeito para com a tua paciência, que deves andar mais ocupada com o Faraday que com esta gaiola. Mas continuando a responder-te. Acho que quando se pergunta aos culpados qual é a solução para esta trapalhada, arriscamo-nos a permanecer atolados. O Zeca dizia dos eunucos que não matam os tiranos, pedem mais. Eu, Isabel, não quero mais, obrigado.

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