16 outubro 2007

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Sam Taylor Wood

Sou o Lacaio pressuroso, o que caminha ao lado, numa alucinação extra-câmpica, o que insiste na tradição nova, um filme crepuscular de Resnais, um cenário de Sintra com um cisne que vôa rente às águas. Uma estação do ramal do Tua onde uma rapariga que julga que vai ser célebre se despede da família. Uma mulher a dias. O homem que lava os vidros partidos do hospital. Um trilho na serra ardida. Uma coisa de nada, uma insignificância, uma mancha que sai com skipo. Um pedaço de cinzas por espalhar, uma T shirt velha com a cara estampada de um cão triste. Um pin que diz fuck the fuckin'fuck, uma pulseira de tornozelo, um broche.

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