30 março 2008

Tibete




A seita autista que arrasta o nome do Partido Comunista Português manifesta algumas peculiaridades. Uma delas é o estranho desinteresse pela sorte da classe operária chinesa: já não falo em horários de trabalho, direitos sindicais, regalias sociais mas de coisas básicas que lhes preexistem e têm a ver com a dignidade da existência. A outra é a política de dois pesos duas medidas quando se fala de povos oprimidos. A sorte do povo do Tibete não lhe merece nenhuma comiseração. O comunicado do PCP sobre a actual vaga repressiva no Tibete envergonha qualquer ser decente. A este propósito a leitura dos comentários do Arrastão é instrutiva.

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