30 abril 2009

Sozinho, no cais deserto, a esta manhã




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29 abril 2009

Corre tudo como se fosse por leis naturais.

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28 abril 2009

De que porto? em que águas? e porque penso eu isto?



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27 abril 2009

Arre! por andar sempre agarrado às saias da civilização

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26 abril 2009

Eu pr'aqui engenheiro, prático à força, sensível a tudo, pensou correndo sobre as ervas do mundo





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25 abril 2009

E agora há a mais as máquinas

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24 abril 2009

Emprestar humanidade aos homens e às pedras

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23 abril 2009

Aferir as doutrinas pelas práticas

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22 abril 2009

Os efeitos vão-se sucedendo às esperanças

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