07 setembro 2009

Azar meu


Diane Arbus


Onde via a Palmira era afinal o Proença de Carvalho.

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13 agosto 2009

Viva o 31 da Armada, abaixo a repressão social-republicana


Lisette Model


Benditos os rapazes que hastearam a bandeira azul e branca nos Paços do Conselho de Lisboa. Não sei se é ilegal. Os paranóicos do Estado de direito podem mandar a PJ perseguir os autores, com os aplausos dos hipócritas e dos ex-iconoclastas, que eram afinal virgens republicanas ofendidas. Glória aos rapazes do 31 da Armada que fizeram qualquer coisa de rebelde, içando um trapo que tocou no coração do regime e irritou esta gente instalada na mediocridade, este país só gripe só incêndios, a mala do Preto contra a mala do Mesquita, as listas da Manela contra as listas do Sócrates, e uma orla que não vai além do já visto, sem lugar para a esperança. Viva o 31 da Armada. Que as noites de Lisboa sejam pródigas em escadas Magirus para subir a mais varandas e haja coragem para um gesto de liberdade que nos redima destes Simplexes tão previsíveis, ideólogos da Bola e do Record, que abrem o fogo dos jogos florais para proteger os passarões da retaguarda, sempre em trânsito para a Mota-Engil, para a Iberdrola, a Diraniproject III, o Santander-Totta,o BCP.
Simplex, o carro de combate do PS inteligente é um chaimite enferrujado. Vou para férias com o desgosto de desconhecer as razões da Irene, mais difíceis que o programa do PSD.

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